Alfabetização
Solidária
Trabalhando
desde janeiro 1997 pela redução
dos altos índices nacionais de
analfabetismo (da ordem de 10% segundo
o censo de 2000 do IBGE – Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística)
e pelo fortalecimento da oferta pública
de Educação de Jovens
e Adultos.
Alguns
pensadores da Educação
Relação
de vários educadores e suas contribuições.
PDF
APRENDER
A VIVER JUNTOS: SERÁ QUE FRACASSAMOS
?
Este
livro baseia-se, principalmente, nos
trabalhos da 46ª Conferência
Internacional da Educação
(CIE), organizada pelo Bureau International
d´Éducation (BIE) da UNESCO,
em Genebra, de 5 a 8 de setembro de
2001. Seu tema foi Educação
para Todos a fim de aprendermos* a viver
juntos: conteúdos e estratégias
de aprendizagem — problemas e
soluções. Salvo indicação
contrária, as numerosas citações
escolhidas para ilustrar os temas deste
livro são extraídas dos
documentos e apresentações
da CIE. As “Conclusões
e Proposições de Ação”
adotadas pela CIE de 2001 figuram no
capítulo 5. (PDF)
APRENDENDO
A LER O MUNDO: A GEOGRAFIA NOS ANOS
INICIAIS DO ENSINO
Este
artigo discute a possibilidade e a importância
de se aprender geografia nas séries
iniciais do ensino fundamental, a partir
da leitura do mundo, da vida e do espaço
vivido. Para tanto, aborda o papel da
geografia nesse nível do ensino
e a necessidadede de se iniciar, nessa
fase, um processo de alfabetização
cartográfica. Considera também
os conteúdos da geografia presentes
nos currículos escolares como
uma das maneiras de contribuir na alfabetização
da criança. Tendo em vista esse
objetivo, discute as exigências
teóricas e metodológicas
da geografia para referenciar o ensino
e a aprendizagem.
Artigos
do Prof. Rogerio Lacaz-Ruiz
Professor
de Microbiologia Zootécnica e Introdução
à Metodologia Científica na Faculdade
de Zootecnia e Engenharia de Alimentos
- FZEA/USP . Obs:
São vários artigos que
valem a pena serem vistados.
As
origens da educação superior
em Atenas. O Lyceum e a educação
ateniense antes de Aristóteles.
Artigo
de John Patrick. Em PDF
Atividades
para sala de aula
A
tecnologia está cada vez mais
presente no mundo, seja no trabalho,
em casa, no lazer ou na escola.Para
aproveitar os recursos tecnológicos
disponíveis na escola, são
apresentadas nesta seção
experiências que contribuem na
construção de aulas mais
ricas e interessantes. As atividades
são resultado de um trabalho
conjunto entre professores e especialistas
em educação e tecnologia.
Foram desenvolvidas ao longo de encontros
e trocas de experiências durante
capacitações em diversos
estados brasileiros. (Microsoft)
AULA
VAGA. VOCÊ SABE O QUE É ISTO?
Qual
será a maior diferença entre a escola
pública e a particular no Brasil? A
qualidade pedagógica? Diria que não,
pois em 99% dos casos a escola particular
também não se preocupa em formar indivíduos
nem cidadãos. A formação dos professores?
Também não, pois na maioria dos casos
os mesmos profissionais dão aula na
rede pública e na particular. O nível
de violência? Depende do ponto de vista,
pois na escola particular existe um
tipo de violência mais sutil que pode
ferir mortalmente a personalidade e
a vocação do aluno. A maior diferença
entre a escola pública e a particular
é uma ilustre desconhecida: a "aula
vaga". Digo desconhecida porque nem
mesmo os jornalistas que cobrem a área
de educação sabem o que é. Este
artigo pertence ao site EducaFórum,
um espaço que promove a escola pública.
É apartidário e mantido por pais de
alunos completamente independentes.
Aqui, você vai perceber que o ensino
público de qualidade é possível e que
só falta uma política educacional voltada
para o aluno e para a comunidade.
Auto
- Estima
Revista
do Professor - Porto Alegre - 2003 -
Trabalhando auto - estima e resgatando
valores. Projeto Nacional de Intercâmbio
de Experiências Educacionais. Artigo
em PDF
Basarab
Nicolescu
O
romeno Basarab Nicolescu é um
dos mais atuantes e respeitados físicos
teóricos no cenário científico
contemporâneo. Especialista na
teoria das partículas elementares,
é autor de diversos livros e
centenas de artigos publicados em revistas
especializadas e livros científicos
coletivos na Europa, nos Estados Unidos,
no Japão e no Brasil. Na França,
participa frequentemente de programas
de rádio envolvendo questões
da ciência contemporânea.

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Sobe