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RELATOS - UMA CLASSIFICAÇÃO SOBRE A UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR PELA ESCOLA
O processo de informatização das escolas brasileiras se caracteriza por uma falta de planejamento pedagógico. De um modo geral, preenche-se uma sala de computadores - chamada de laboratório de informática -, contrata-se um especialista em informática, às vezes com alguma formação em educação, para gerenciar o laboratório e pronto. Esquece-se o mais importante: o professor de sala de aula, aquele que é o especialista, o professor de matemática, o de ciências, o de linguagem, o que eles podem obter de ganhos em sua sala de aula com a introdução da informática.
REPENSANDO A EDUCAÇÃO EM FUNÇÃO DE MUDANÇAS SOCIAIS E TECNOLÓGICAS E O ADVENTO DE NOVAS FORMAS DE COMUNICAÇÃO. Fredric M. Litto. A Escola do Futuro da Universidade de São Paulo Todos os leitores deste trabalho pertencem à geração que aprendeu ser a Educação como a catapora, o sarampo e a cachumba: é para ter uma vez na vida, enquanto jovem, e depois passar para outras etapas da experiência humana.
Este documento denota proposta para o desenvolvimento de tese de doutorado, apresentando seu contexto de relevância, além de diretrizes e propostas de ação. Seu objetivo central é a busca de mecanismos auxiliares para o aprimoramento do potencial formativo dos nossos engenheiros de controle e automação, com habilitação reconhecida desde 1999. Esta parte do documento apresenta aspectos históricos que auxiliam na compreensão do momento atual da sociedade brasileira e do seu ensino de engenharia de controle e automação, bem como conduz a uma percepção mais consciente da relação entre sociedade e educação.
Revista Brasileira de História da Educação
Revista para dowload. Ótimo
Jean Jacques Rousseau nasceu em Genebra, Suíça, em 28 de junho de 1712 e faleceu em 2 de julho de 1778. Entre suas obras destacam-se: Discurso sobre a origem da desigualdade entre os homens; Do contrato social, e Emílio ou Da Educação (1762).
Este artigo apresenta alguns resultados de uma pesquisa de campo realizada em 2002 com o objetivo de compreender como os professores de História do ensino médio representam o saber histórico escolar que produzem cotidianamente na relação com seus alunos. A pesquisa foi formulada com base na teoria das representações de Henri Lefebvre e adotou a metodologia da observação participante interpretativa proposta por Frederick Erickson. Foram observadas aulas de quatro professores de História de uma escola da rede oficial de ensino do Estado de São Paulo durante todo o ano letivo. A análise dos dados sugere que as representações dos professores são marcadas pela oposição sistemática aos chamados “professores tradicionais” e aos “historiadores positivistas”.
Vários projetos do Centro de Educação de La Coruna. Espanha.

